"Precisamos seguir decididos nessa estrada e se, ao fim da, não der em nada, pelo menos a gente passeou. O que a gente viu, viveu e ouviu,perto da emoção que emociona, abraçando uma árvore cheios de amor, e com um teto de flores ninguém nos tira, porque nós queremos virar LUZ!" Por isso eu estou aqui.
Abrindo as cortinas para o cenário escolar
domingo, 28 de agosto de 2011
Onde brincam as crianças?
Ahhh brincar com água...qual é a criança que não gosta de brincar com água? Acredito que brincar com água é uma das atividades mais prazerosas que uma criança possa ter. É claro que tudo tem um limite, mas não podemos abrir mão dessa liberdade. Então ofereça um balde com água (e não deixe a criança perder o momento em que o balde estiver enchendo) e um copo para a diversão começar.
(Renata Cabral)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
Qual o sentido do dinheiro em sua Vida?
sábado, 21 de maio de 2011
E se não existisse periferia?
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Abra a sua caixa de brinquedos!!!
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O que é economia criativa?
Acredito que todas as pessoas têm um talento e idéias. Dessa forma podemos criar e explorar essas idéias que podem vim incorporadas nas características cultural do indivíduo. As idéias geram criações, e as criações que geram renda. Isso é economia criativa, me lembrei dessas fotos que tirei em Maranhão, através do estilo de vida da pessoa que fez esses desenhos, suas idéias e a sua forma criativa de expressá-las, eu percebi que tinha um exemplo de economia criativa nos meus arquivos.
Imagem 2
Essa é a arte de criar novas coisas. Mas para que isso isso aconteça é preciso pensar: pensar-criar-lucrar. Economia criativa também é tecnologia. Abra a sua caixa de ferramentas, é mais importante criar novas ferramentas, do que usar as existentes. Diante disso afirmo que pensar é a arte de construir.
Renata Cabral
Ganhe dinheiro pela internet fazendo pesquisas!
Ganhar dinheiro pela internet
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Solte o brilho que há em você!
Já disse que não quero nada disso. Não me venham com conclusões! A única conclusão é chegar até a porta
Não me apregoem sistemas completos
De séculos (de séculos, Deus meu, de séculos!) —
De séculos, das histórias, da revolução Industrial!
Fora disso só tenho sonhos, com todo o direito a tê-los.
O mais importante não é só tê-los, Ouviram?
Se eu fosse limitado, fazia-lhes, a todos, à vontade.
Assim, seria um fracassado!
Não imponham o dinheiro,
Sonhar não custa nada!
Por que não podemos brilhar?
Não gosto que me façam de covardes. Quero tentar mais uma vez.
Já disse que sou ilimitado!
Ah, quero brilhar no mundo!
Ó brilho invisível, quero encontrá-lo,
O brilho está no ar!
É como uma estrela que não dá para visualizar!
Se nada me dais, meu brilho não me tirais.
E aproveito esse espaço de tempo relativamente curto, para fazer a minha parte no mundo.
Todos nós temos um brilho, mas precisamos enxergá-lo, e soltá-lo sem medo de ser feliz e sem medo de ir em busca dos nossos sonhos.
Renata Cabral
terça-feira, 10 de maio de 2011
Carro preto sequestrando crianças: lenda ou verdade?
sábado, 7 de maio de 2011
O que falta neste texto? É incrível!!!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
LIVROS EM PDF - ISSO NINGUEM DIVULGA

Divulgando... Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente: ·Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ; · escutar músicas em MP3 de alta qualidade; · Ler obras de Machado de AssisOu a Divina Comédia; · ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA · e muito mais.... Esse lugar existe! O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br Só de literatura portuguesa são732obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura. |
terça-feira, 19 de abril de 2011
Diferente: silencio da INCLUSÃO- uma cena recorrente.
Como observadora em espaço de ensino aprendizagem durante o processo de formação docente, me recordo de uma cena, na qual estarei aqui transpondo questões de referência do ponto de vista da inclusão / exclusão. Ao chegar com uma colega em uma escola de Educação Infantil para fazer um estágio de observação, fomos surpreendidas com uma má recepção por parte da professora da turma que íamos observar. A mesma estava muito chateada porque a Direção não avisou da nossa chegada naquele dia, então comunicamos a ela que iríamos embora e que voltaríamos outro dia por causa do transtorno. Mas ela nos desculpou e pediu para ficarmos, dizendo que a culpa não era nossa e sim da Direção que não avisou a ela da nossa chegada à escola. Ainda muito chateada com a situação, mandou a gente entrar na sala e da porta perguntou “se era essa a profissão que queríamos mesmo” respondemos apenas que sim, em seguida apontando para as crianças (que estavam todas sentadas em semicírculo) ela disse: “isso aqui é uma bagaceira”. Na hora congelei e muito constrangida disse para ela que ia embora e retornaria outro dia. Ela pediu que eu não fosse, porque queria que eu ficasse com as crianças, pois ela relatou que estava com a garganta doendo e tinha “umas coisas pra fazer”. Não só eu que estava constrangida, as crianças estavam todas assustadas, sem entender por que a professora estava tão chateada. Mesmo com o pedido da professora eu não quis ficar, estava muito constrangida e sem jeito. Então fui embora e não retornei à escola.
Com base nessa “microcena” podemos comprovar que a exclusão não afeta somente as pessoas com deficiência, afeta também a vida das pessoas que são consideradas normais e uma “bagaceira”. São excluídos aqueles que não conseguem se inserir em uma escola, também aqueles que além de serem inseridos não exercitam seus direitos de cidadania de apropriação e construção de conhecimentos. Dessa forma as pessoas ditas “normais” e as pessoas com deficiência fazem parte desse mesmo sistema de representações e significações políticas.
Apesar das escolas proporem uma educação que acolha a todos, atendendo as singularidades, no que se refere a psicológica, social, histórica e entre outros, não é exatamente assim que acontece. Sendo que quando as crianças distanciam-se do trabalho escolar quando não conseguem se concentrar, aprender ou perturbam a ordem da sala-de-aula, elas são chamadas de “bagaceiras” e as suas singularidades são ignoradas, levando essas crianças a uma extrema condição de exclusão, cuja prática pedagógica desqualifica a diferença do sujeito, ignorando assim uma análise diferenciada.
As crianças foram inferiorizadas por terem comportamentos diferentes, já que precisamos educar de acordo com as diferenças e necessidades individuais, sem que condição nenhuma impeça um processo de ensino / aprendizagem de maneira eficaz.
“Bagaceira” seria as crianças, ou o que acontece entre elas? O que acontece entre elas são as barreiras que precisam ser identificadas, examinadas e removidas das práticas pedagógicas, a fim de efetivar ações para a acessibilidade e permanência com sucesso na escola.
Não é o defeito em si que define os caminhos do sujeito,
mas as conseqüências sociais dele decorrentes.”
(Vygotsky)
domingo, 17 de abril de 2011
Uma relação entre processo e espetáculo
Ao se falar de espetáculo na escola, não deve se tratar exatamente de uma obra artística acabada, com o único propósito de desenvolver habilidades técnicas para a apresentação de cenas. O espetáculo deve fazer parte do teatro na educação infantil? Pode sim, pois o espetáculo faz parte do teatro, que é uma expressão artística do homem presente em todas as fases da história da civilização. Reverbel(1979, p.94) traz esse espetáculo no âmbito escolar como “Uma Atividade Dramática Culmativa do teatro presente no contexto.” O desenvolvimento dessas atividades deve ser bem orientado, proporcionando elementos de pesquisa e realizando as atividades com responsabilidade. Cabe também ao professor, avaliar em conjunto cada etapa dessa experiência. Assim como o espetáculo, o processo também tem que fazer parte do teatro, ele tem apenas, um objetivo diferente do espetáculo. O processo visa o desenvolvimento da auto-expressão do aluno, estimulando a espontaneidade. Quando se pratica o teatro na educação, sem levar em conta o processo de aprendizagem, através dos jogos dramáticos, não podemos chamar de teatro, pode-se chamar de obra artística, cuja atividade é acabada, imposta, apenas uma atividade técnica. A mesma coisa acontece com o espetáculo, a prática educacional do teatro sem ele, não podemos chamar de teatro, e sim de jogos dramáticos. Ao se pensar em teatro na escola deve-se desconstruir a idéia de espetáculo e plateia como uma atividade isolada, ou seja, não podemos ignorar ou desconsiderar as reflexões do processo de desenvolvimento das crianças e o processo de criação do espetáculo. Ao se tratar de teatro na educação infantil podemos destacar as “pecinhas” e dramatizações coordenadas pelas professoras como as primeiras atuações das crianças com o teatro. O teatro inicia-se na Educação Infantil, é freqüente no Ensino Fundamental e dura até o Ensino Médio, sendo que por diversas vezes essa prática teatral está relacionada a conteúdos didático-curriculares, ou muitas vezes também algumas escolas oferecem a disciplina de Teatro no seu currículo. Podemos perceber estereótipos da prática teatral na educação infantil e nas séries iniciais, cujas crianças são vestidas de plantas ou animais e que geralmente essas pecinhas são apresentadas em datas comemorativas ou patriótica. Às vezes a ausência da ludicidade ou do prazer nas atividades teatrais não partem somente dos professores despreparados, mas parte também dos profissionais do teatro, que sem nenhuma formação pedagógica, assume orientação de classes tentando fazer espetáculos, e tomando pra si seu freqüente insucesso à falta de capacidade, ou a falta de habilidade dos alunos, esquecendo que o mais importante é a necessidade de orientação que permita estimulá-los a expressar-se com prazer. O teatro tem a finalidade de expressar-se e de criar situações em que seu objetivo não tenha segundas intenções. Percebe-se em salas de Educação Infantil, o uso de espetáculo teatral como o único objetivo de atividade para satisfazer as vontades dos professores, tendo esse espetáculo como um troféu, para mostrar aos pais a realização de seu trabalho em sala de aula. Sendo que o jogo dramático encontra-se totalmente ausente das atividades de teatro. Como jogos sensório-motor as atividades de teatro na educação infantil não tem pretensão de público, pois o que está em jogo não são apenas os elementos próprios da arte dramática. A expressão corporal e o domínio da linguagem não podem ser tratados como uma imposição com fins estéticos, mas devem estar de acordo com as modalidades pedagógicas mais favoráveis à criança. Não se trata mais de reuni-los e manejá-los com finalidade apenas de espetáculo. Esta finalidade sendo por sua vez, um meio para se alcançar outro objetivo, que é a comunicação de alguma coisa para suscitar um conjunto de reações de ordem efetiva, intelectual ou física.
Muitos professores ainda não acreditam e não dão valor e importância ao processo do jogo teatral na educação do aluno. Mas apesar disso há muitos educadores que acreditam na força e na importância que o teatro tem para a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno. Utilizar o teatro na educação infantil é oportunizar aos alunos o lúdico, possibilitando assim, um clima de liberdade e aprendizagem, no qual os educandos expressam seus sentimentos, emoções e sensações, mostrando como sentem, pensam e vê o mundo. O teatro tem a função principal de prazer, alegria, algo agradável. Dessa forma Reverbel (1979, p.3) traz, “que o teatro tem a função de divertir instruindo é uma verdade que ninguém pode contestar, pois seria negar-lhe a própria história.”
Além de o teatro estimular o indivíduo no seu desenvolvimento mental e psicológico, o teatro é arte, pois o teatro por si só como forma de conhecimento, não precisa ter função moralizante ou pedagógica.
Renata Cabral
Referência:
REVERBEL,Olga. Teatro na sala de aula.2ª Ed. Rio de Janeiro, J. Olympio.1979.
ABRE-TE SÉSAMO: BRINCANDO DE TEATRO
Ao se trabalhar com o teatro na educação infantil na sala de aula, não é suficiente fazer os alunos assistirem as peças, mas representá-las, possibilitando inúmeras vantagens: improvisação, expressão corporal, expressão oral entre outros. Durante as atividades de teatro, nas elaborações de cenas dramáticas destacam-se o exercício de faz de conta, fingir, imaginar ser outro, criar situações imaginárias, etc. O faz de conta está sempre presente na vida das crianças, elas gostam muito dessas brincadeiras como representação de cenas imaginárias ou de vida real, chegando a vivenciá-las sozinhas ou com outras crianças. As práticas dramáticas tem atuações participativas com imenso prazer, unindo-as em jogos e improvisações.
Experiência com teatro na educação

Mas por que o teatro? Porque é por meio do jogo dramático e jogo teatral que os alunos poderão vivenciar, comentar, trocar idéias para construir a crítica, conhecer a si próprio e se colocar no lugar do outro. O interesse por esse tema surgiu com a realidade observada na classe de educação infantil, em que a prática teatral, tinha somente atividade de ensaio para a representação de espetáculos, sem a mínima presença de ludicidade e prazer por meio dos jogos dramáticos e jogos teatrais com os alunos na realização desta atividade. Com isso surge uma inquietação e angústia sobre essa forma de fazer teatro na escola. Com o conhecimento prévio, resolvi então, a partir do jogo dramático propor para a turma uma atividade em que as crianças se expressassem de forma espontânea e de acordo com a criatividade de cada um. Deste modo obtive um resultado satisfatório com essas atividades teatrais que valorizam a forma de expressão de cada criança.
Renata Cabral









